Termos técnicos sobre redes
de computadores para principiantes
agente
Um programa de computador ou processo que opera sobre uma
aplicação cliente ou servidor e realiza uma função específica, como
uma troca de informações.
Ver também: aplicação
alias
Significa segundo nome ou apelido. Pode referenciar um endereço
eletrônico alternativo de uma pessoa ou grupo de pessoas, ou um
segundo nome de uma máquina. É também um dos comandos básicos
do UNIX.
ANSI
Acrônimo de American National Standards Institute, uma
organização afiliada à ISO e que é a principal organização norteamericana
envolvida na definição de padrões (normas técnicas) básicos
como o ASCII.
aplicação
Programa que faz uso de serviços de rede tais como transferência de
arquivos, login remoto e correio eletrônico.
archie
Um serviço de busca de arquivos armazenados em FTP anônimo.
Pouco disseminado no Brasil.
ARPANET
Advanced Research Projects Agency Network. Rede de longa distância
criada em 1969 pela Advanced Research Projects Agency (ARPA,
atualmente Defense Advanced Projects Research Agency, ou DARPA)
em consórcio com as principais universidades e centros de pesquisa
dos EUA, com o objetivo específico de investigar a utilidade da
comunicação de dados em alta velocidade para fins militares. É
conhecida como a rede-mãe da Internet de hoje e foi colocada fora de
operação em 1990, posto que estruturas alternativas de redes já
cumpriam seu papel nos EUA.
ASCII
American Standard Code for Information Interchange. Trata-se de um
esquema de codificação que atribui valores numéricos às letras do
alfabeto, números, sinais de pontuação e alguns símbolos especiais para
ser usado em computadores e dispositivos de armazenamento
eletrônico de dados.
assinatura
1. Um arquivo (tipicamente de três ou quatro linhas) que as pessoas
inserem no fim de suas mensagens; 2. Ato de subscrever uma lista de
discussão ou newsgroup; 3. Informação que autentica uma mensagem.
backbone
A interconexão central de uma rede internet. Pode ser entendido como
uma espinha dorsal de conexões que interliga pontos distribuídos de
uma rede, formando uma grande via por onde trafegam informações.
baud rate
Medida de taxa de transmissão elétrica de dados em uma linha de
comunicação. Mede o número de sinais elétricos transmitidos por
unidade de tempo. Ver também: bps.
BBS
Bulletin Board System é um sistema que, tipicamente, oferece serviços
de correio eletrônico, repositório de arquivos (de programas, dados ou
imagens) e outros serviços tais como conversação on-line. Seus
assinantes, usualmente, obtém acesso através de linhas telefônicas (isto
é, de voz) utilizadas via computador pessoal e modem.
BITNET
Because It's Time Network. Rede de computadores formada em maio
de 1981 para interconectar instituições educacionais e de pesquisa,
fazendo uso de um protocolo chamado RSCS (Remote Spooling
Communication System). Teve seu tráfego encerrado em 1996.
bps
Uma medida da taxa de transferência real de dados de uma linha de
comunicação. É dada em bits por segundo. Variantes ou derivativos
importantes incluem Kbps (= 1.000 bps) e Mbps (= 1.000.000 bps).
Ver também: baud rate
bridge
Um dispositivo que conecta duas ou mais redes de computadores
transferindo, seletivamente, dados entre ambas.
Ver também: repetidor
browser
O browser é um cliente para extração de informação em um servidor
Web ou gopher. Tipicamente, um browser será um programa em um
computador pessoal que acessará, através de uma linha telefônica, um
servidor (isto é, um programa que atende a demanda de clientes
remotos) contendo informações de interesse amplo.
Ver também: cliente, servidor, Gopher, Mosaic, Web
CCITT
Acrônimo de Comité Consultatif Internationale de Telegraphie et
Telephonie, um órgão da International Telecommunications Union
(ITU) das Nações Unidas que define padrões de telecomunicações.
(Em 1993, foi extinto e suas atribuições passaram para o ITU-TSS,
Telecommunications Standards Section da ITU.)
CERN
Trata-se do European Laboratory for Particle Physics, possivelmente
o mais importante centro para pesquisas avançadas em física nuclear e
de partículas, localizado em Genebra, Suíça. O nome CERN relacionase
ao seu nome anterior, Conseil Europeen pour la Recherche
Nucleaire. Para os usuários Internet, o CERN é conhecido como o
local onde foi desenvolvido a Web.
Ver também: Web
ciberespaço
Conjunto de computadores e serviços que constitui a rede Internet.
Termo cunhado em analogia com o espaço sideral explorado pelos
astronautas.
cliente
É um processo ou programa que requisita serviços a um servidor.
Ver também: servidor
correio eletrônico
Um meio de comunicação baseado no envio e recepção de textos,
chamados de mensagens, através de uma rede de computadores.
datagrama
Pacote de informação e dados complementares, como endereço de
destino, que é enviado através de uma rede de pacotes.
DDN
Acrônimo para Defense Data Network, uma porção da Internet que
conecta bases militares norte-americanas e seus fornecedores e é usada
para comunicações não-confidenciais. MILNET é uma das redes DDN.
dial-up
Método de acesso a computador remoto (ou rede) que se dá via rede
de telefonia convencional.
domínio
É uma parte da hierarquia de nomes da Internet – DNS -, que permite
identificar as instituições ou conjunto de instituições na rede.
Sintaticamente, um nome de domínio da Internet consiste de uma
seqüência de nomes separados por pontos (.). Por exemplo, ci.rnp.br.
Neste caso, dentro do domínio ci.rnp.br, o administrador do sistema
pode criar diferentes grupos como info.ci.rnp.br ou staff.ci.rnp.br,
conforme a necessidade.
domínio público, (software de)
Programa disponível publicamente, segundo condições estabelecidas
pelos autores, sem custo de licenciamento para uso. Em geral, o
software pode ser utilizado sem custos para fins estritamente
educacionais e não tem garantia de manutenção ou atualização. Um
dos grandes trunfos da Internet é a quantidade praticamente
inesgotável de software de domínio público, de excelente qualidade,
que circula pela rede.
Ver também: shareware
DNS
O Domain Name System (DNS) é um serviço e protocolo da família
TCP/IP para o armazenamento e consulta a informações sobre
recursos da rede. A implementação é distribuída entre diferentes
servidores e trata principalmente da conversão de nomes Internet em
seus números IPs correspondentes.
download
Processo de se transferência de uma cópia de um arquivo presente em
um computador remoto para outro computador através da rede. O
arquivo recebido é gravado em disco no computador local. O
computador de onde os dados são copiados é subentendido como
“maior” ou “superior” segundo algum critério hierárquico, enquanto o
computador para o qual os dados são copiados é subentendido
“menor” ou “inferior” na hierarquia. O sentido literal é, portanto
“puxar para baixo”.
Ethernet
Um padrão muito usado para a conexão física de redes locais,
originalmente desenvolvido pelo Palo Alto Research Center (PARC)
da Xerox nos EUA. Descreve protocolo, cabeamento, topologia e
mecanismos de transmissão.
e-mail (correio eletrônico)
1. Correio eletrônico; 2. Endereço de correio eletrônico.
FAQ
Acrônimo de Frequently Asked Questions, documento com
perguntas e respostas sobre determinado assunto, em geral voltado
para leigos ou neófitos.
FDDI
Acrônimo de Fiber Distributed Data Interface, um padrão para o
uso de cabos de fibras óticas em redes locais (LANs) e metropolitanas
(MANs). A FDDI fornece especificações para a velocidade de
transmissão de dados (alta, 100 Mbps), em redes em anel, podendo,
por exemplo, conectar 1.000 estações de trabalho a distâncias de até
200 Km.
FidoNet
Rede mundial de BBS, baseada no uso do protocolo Fido, interligando
computadores pessoais via linhas telefônicas.
finger
Um serviço Internet que permite obter informações sobre usuários de
uma máquina.
firewall
Um sistema de segurança de rede, cujo principal objetivo é filtrar o
acesso a uma rede.
foo
Uma palavra comumente usada para exemplificar qualquer coisa em
literatura técnica na área de informática. Por exemplo, ela
freqüentemente aparece em exemplos de nomes de domínios como
ana@foo.bar.com (a utilização de foo com bar significa o acrônimo
FUBAR - Fucked Up Beyond All Recognition -, comumente usado por
militares norte-americanos).
freenet
Uma máquina na Internet que é dedicada a acesso pela comunidade
sem cobrança de nenhuma taxa. O acesso é fornecido através de
bibliotecas públicas ou acesso dial-up. Oferece serviços de BBSs,
correio eletrônico e acesso (restrito, em geral) à Internet.
freeware
Ver: Domínio público
FTP
File Transfer Protocol. Protocolo padrão da Internet, usado para
transferência de arquivos entre computadores.
FTP anônimo
Serviço que possibilita o acesso a repositórios públicos de arquivos via
FTP.
Ver também: FTP
FYI
Acrônimo de For Your Information (FYI), uma série de artigos
sobre a Internet; são similares às RFCs, mas possuem conteúdo
consideravelmente menos técnico e não definem novos padrões.
gateway
1. Sistema que possibilita o intercâmbio de serviços entre redes com
tecnologias completamente distintas, como FidoNet e Internet; 2.
Sistema e convenções de interconexão entre duas redes de mesmo
nível e idêntica tecnologia, mas sob administrações distintas. 3
Roteador (terminologia TCP/IP).
Gopher
Um sistema distribuído para busca e recuperação de documentos, que
combina recursos de navegação através de coleções de documentos e
bases de dados indexadas, por meio de menus hierárquicos. O
protocolo de comunicação e o software seguem o modelo clienteservidor,
permitindo que usuários em sistemas heterogêneos
naveguem, pesquisem e recuperem documentos armazenados em
diferentes sistemas, de maneira simples e intuitiva.
host
Computador ligado à Internet.
HTML
Acrônimo de Hypertext Markup Language, é a linguagem padrão
para escrever páginas de documentos Web (WWW). É uma variante
da SGML (Standard Generalized Markup Language), bem mais fácil
de aprender e usar, que possibilita preparar documentos com gráficos
e links para outros documentos para visualização em sistemas que
utilizam Web.
HTTP
O protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol) permite que os
autores de hipertextos incluam comandos que possibilitam saltos para
recursos e outros documentos disponíveis em sistemas remotos, de
forma transparente para o usuário.
internet
Uma coleção de redes locais e/ou de longa distância, interligadas numa
rede virtual pelo uso de um protocolo que provê um espaço de
endereçamento comum e roteamento. Ver Internet.
Internet
Significa a "rede das redes". Originalmente criada nos EUA, que se
tornou uma associação mundial de redes interligadas, que utilizam
protocolos da família TCP/IP. A Internet provê transferência de
arquivos, login remoto, correio eletrônico, news e outros serviços.
IP
O Internet Protocol é o protocolo responsável pelo roteamento de
pacotes entre dois sistemas que utilizam a família de protocolos
TCP/IP, desenvolvida e usada na Internet. É considerado o mais
importante dos protocolos em que a Internet é baseada.
IRC
Acrônimo de Internet Relay Chat, serviço que possibilita a
comunicação escrita on-line entre vários usuários pela Internet. É a
forma mais próxima do que seria uma “conversa escrita” na rede.
ISO
International Organization for Standardization (ISO)‚ uma
organização internacional formada por órgãos de diversos países que
discute, especifica e propõe padrões para protocolos de redes. Muito
conhecida por ter estabelecido um modelo de sete camadas que
descreve a organização conceitual de protocolos, o OSI.
ISDN [RDSI]
Uma rede digital que integra serviços de diversas naturezas como voz,
dados, imagens, etc. que deve substituir gradualmente a infra-estrutura
física atual de comunicações, em que cada serviço tende a trafegar por
segmentos independentes.
ITU
International Telecommunications Union. Órgão da ONU responsável
pelo estabelecimento de normas e padrões em telecomunicações.
kermit
Um programa popular de transferência de arquivos e emulação de
terminal.
LAN [Rede Local]
Acrônimo de Local Area Network, rede de computadores limitada,
em geral, limitada a um prédio ou conjunto de prédios de uma
instituição.
listserv
Servidor de listas de discussões.
login remoto
Acesso a um computador via rede para execução de comandos. Para
todos os efeitos, o computador local, usado pelo usuário para “logar”
no computador remoto, passa a operar como se fosse um terminal
deste último.
MAN [Rede metropolitana]
Acrônimo de Metropolitan Area Network, uma rede com tecnologia
que opera a alta velocidade (de centenas de megabits por segundo a
alguns gigabits por segundo) e que tem abrangência metropolitana.
Mosaic
Um programa cliente de fácil utilização projetado para procura de
informações disponíveis na Web. Distribuído como freeware, o Mosaic
foi criado pelo National Center for Supercomputing Applications
(NCSA) dos EUA e tem capacidade multimídia.
multicast
Um endereço para uma coleção específica de nós numa rede, ou uma
mensagem enviada a uma coleção específica de nós. É útil para
aplicações como teleconferência.
Navegação
Ato de conectar-se a diferentes computadores da rede distribuídos pelo
mundo, usando as facilidades providas por ferramentas como browsers
Web. O navegante da rede realiza uma “viagem” virtual explorando o
ciberespaço, da mesma forma que o astronauta explora o espaço
sideral. Cunhado por analogia ao termo usado em astronáutica.
Net
The Net ou Internet, a rede.
netiqueta
Um conjunto de regras de etiqueta para o uso socialmente responsável
da Internet, ou seja, o modo como os usuários devem proceder na
rede, especialmente na utilização de correio eletrônico.
netnews
Usenet News, Usenet ou News. Serviço de discussão eletrônica sobre
vasta gama de assuntos, cada qual ancorado por um grupo de
discussão.
news
Ver: netnews
newsgroup
Grupo temático de discussão do netnews.
NFS
O Network File System, desenvolvido pela Sun Microsystems Inc., é
um protocolo que usa IP para permitir o compartilhamento de arquivos
entre computadores.
NIC [CI]
Network Informations Center, centro de informação e assistência ao
usuário da Internet que disponibiliza documentos, como RFCs, FAQs e
FYIs, realiza treinamentos, etc.
NIS
Acrônimo para Network Information System (NIS), é um sistema
distribuído de bases de dados que troca cópias de arquivos de
configuração unindo a conveniência da replicação à facilidade de
gerência centralizada. Servidores NIS gerenciam as cópias de arquivos
de bases de dados, e clientes NIS requerem informação dos servidores
ao invés de usar suas cópias locais destes arquivos. É muito usado por
administradores UNIX para gerenciar bases de dados distribuídas
através de uma rede.
Ver também: NIS+
NIS+
Versão atualizada do NIS de propriedade da Sun Microsystems Inc.
que provê mais recursos ao serviço e uma maior segurança.
nó
Qualquer dispositivo, inclusive servidores e estações de trabalho,
ligado a uma rede.
NOC [CO]
Network Operations Center. Um centro administrativo e técnico que é
responsável por gerenciar os aspectos operacionais da rede, como o
controle de acesso a mesma, roteamento, etc.
OSI
O Open Systems Interconnection (OSI) é um modelo conceitual de
protocolo com sete camadas definido pela ISO, para a compreensão e
o projeto de redes de computadores. Trata-se de uma padronização
internacional para facilitar a comunicação entre computadores de
diferentes fabricantes.
Ver também: ISO
pacote
Dado encapsulado para transmissão na rede. Um conjunto de bits
compreendendo informação de controle, endereço fonte e destino dos
nós envolvidos na transmissão.
ping
O ping (Packet Internet Groper) é um programa usado para testar o
alcance de uma rede, enviando a nós remotos uma requisição e
esperando por uma resposta.
PIR [Ponto de Interconexão de Redes]
Locais previstos para a inter-conexão de redes de mesmo nível (peer
networks), visando assegurar que o roteamento entre redes seja
eficiente e organizado. No Brasil, os três principais PIR’s estão
previstos em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
PoP
Ponto de Presença de uma espinha dorsal de rede. Local onde uma
rede permite acesso a sub-redes e a provedores de serviços. Uma rede
madura cobre sua região de atuação através de pontos de presença nas
principais cidades/distritos dessa região: interligados por um conjunto
de linhas dedicadas, compondo um backbone.
POP
Post Office Protocol. Protocolo usado por clientes de correio
eletrônico para manipulação de arquivos de mensagens em servidores
de correio eletrônico.
porta
Uma abstração usada pelo protocolo TCP/IP para distinguir entre
conexões simultâneas para um único host destino. O termo também é
usado para denominar um canal físico de entrada ou de um dispositivo.
Postmaster
E-mail do responsável pelo correio eletrônico de uma instituição.
PPP
Um dos protocolos mais conhecidos para acesso via interface serial,
permite que um computador faça uso do TCP/IP através de uma linha
telefônica convencional e um modem de alta velocidade. É considerado
o sucessor do SLIP por ser mais confiável e eficiente.
protocolo
Uma descrição formal de formatos de mensagem e das regras que dois
computadores devem obedecer ao trocar mensagens. Um conjunto de
regras padronizado que especifica o formato, a sincronização, o
seqüenciamento e a verificação de erros em comunicação de dados. O
protocolo básico utilizado na Internet é o TCP/IP.
Provedor de Acesso
Instituição que se liga à Internet, via um ponto de presença ou outro
provedor, para obter conectividade IP e repassá-la a outros indivíduos
e instituições, em caráter comercial ou não.
Provedor de Informação
Instituição cuja finalidade principal é coletar, manter e/ou organizar
informações on-line para acesso, através da Internet, por parte de
assinantes da rede. Essas informações podem ser de acesso público
incondicional, caracterizando assim um provedor não-comercial ou, no
outro extremo, constituir um serviço comercial onde existem tarifas ou
assinaturas cobradas pelo provedor.
Provedor de Serviço
Pode ser tanto o provedor de acesso quanto o de informação.
repetidor
Um dispositivo que propaga (regenera e amplifica) sinais elétricos em
uma conexão de dados, para estender o alcance da transmissão, sem
fazer decisões de roteamento ou de seleção de pacotes.
Ver também: bridge, roteador
RFC
Acrônimo para Request For Comments. RFCs constituem uma série
de documentos editados desde 1969 e que descrevem aspectos
relacionados com a Internet, como padrões, protocolos, serviços,
recomendações operacionais, etc. Uma RFC é, em geral, muito densa
do ponto de vista técnico.
roteador
Dispositivo responsável pelo encaminhamento de pacotes de
comunicação em uma rede ou entre redes. Tipicamente, uma
instituição, ao se conectar à Internet, deverá adquirir um roteador para
conectar sua Rede Local (LAN) ao ponto de presença mais próximo.
servidor
1. No modelo cliente-servidor, é o programa responsável pelo
atendimento a determinado serviço solicitado por um cliente. Serviços
como archie, Gopher, WAIS e WWW são providos por servidores; 2.
Referindo-se a equipamento, o servidor é um sistema que provê
recursos tais como armazenamento de dados, impressão e acesso dialup
para usuários de uma rede de computadores.
site [instalação]
1. Uma instituição onde computadores são instalados e operados; 2.
Um nó Internet.
shareware
Programa disponível publicamente para avaliação e uso experimental,
mas cujo uso em regime pressupõe que o usuário pagará uma licença
ao autor. Note-se que shareware é distinto de freeware, no sentido de
que um software em shareware é comercial, embora em termos e
preços diferenciados em relação a um produto comercial “ortodoxo”.
Ver também: domínio público.
SLIP
Serial Line IP é um protocolo Internet bastante popular usado via
interfaces seriais.
Ver também: PPP
smiley
Uma "carinha" construída com caracteres ASCII e muito usada em
mensagens eletrônicas para dar idéia de sentimentos ou emoções. Por
exemplo, a mais comum é :-), que significa humor e ironia. Você
deve girar o smiley 90 graus para a direita para entendê-lo.
SMTP
O Simple Mail Transfer Protocol é o protocolo TCP/IP usado para
troca de mensagens via correio eletrônico na Internet.
SNMP
O Simple Network Management Protocol é um protocolo usado para
monitorar e controlar serviços e dispositivos de uma rede TCP/IP. É o
padrão adotado pela RNP para a gerência de sua rede.
sysop
A pessoa que opera e mantém um BBS. Abreviatura de system
operator.
talk
Serviço que permite a comunicação escrita on-line entre dois usuários
da Internet.
TCP/IP
Acrônimo de Transmission Control Protocol/Internet Protocol, é a
família de protocolos para a comunicação de dados inter-redes,
originalmente proposta para a Advanced Research Products Agency
Network (ARPANet). Hoje é um padrão de fato para inter-redes
abertas, e seu uso é amplamente difundido dentro e fora dos EUA.
Telnet
Serviço que permite login remoto segundo o jargão e a vertente
técnica Internet.
transceiver
Dispositivo utilizado na conexão física de um nó a uma rede local.
transferência de arquivos
Cópia de arquivos entre duas máquinas via rede. Na Internet,
implantada e conhecida por FTP.
UDP
Acrônimo para User Datagram Protocol, o protocolo de transporte
sem conexão da família TCP/IP, usado com aplicações como o de
gerenciamento de redes (SNMP) e de serviço de nomes (DNS).
URL
Acrônimo para Uniform Resource Locator, localizador que permite
identificar e acessar um serviço na rede Web. Por exemplo, a URL
abaixo aponta para o WWW da RNP:
http://www.rnp.br/
Usenet
Ver: Netnews
Usenet News
Ver: Netnews
UUCP
UNIX-to-UNIX CoPy é uma coleção de programas para
intercomunicação de sistemas UNIX. Possibilita a transferência de
arquivos, execução de comandos e correio eletrônico.
Veronica
Acrônimo para Very Easy Rodent-Oriented Net-wide Index to
Computerized Archives, ferramenta para pesquisa no GopherSpace,
o conjunto de servidores Gopher disponíveis na Internet.
Waffle
Um programa que possibilita a um BBS tornar-se um site Usenet.
WAIS
Acrônimo para Wide Area Information Server, é um serviço de
bases de dados distribuídas acessíveis via Internet, cuja principal
peculiaridade é a conversão automática de formatos para visualização
remota de documentos e dados.
WAN [Rede de longa distância]
Acrônimo de Wide Area Network, uma rede que interliga
computadores distribuídos em áreas geograficamente separadas.
Ver também: LAN e MAN
Web
Ver: WWW
WHOIS
Banco de dados de informações sobre domínios, redes, hosts e
pessoas, fornecendo um serviço de diretório de usuários da Internet.
WORM
Acrônimo de Write Once Read Many. 1. Ferramenta de busca na
rede Web; 2. Verme, programa que, explorando deficiências de
segurança de hosts, logrou propagar-se de forma autônoma na Internet
na década de 80.
WWW
World Wide Web, ou Web. Meta-rede, baseada em hipertextos, que
integra diversos serviços Internet, através de uma interface que
possibilita o acesso a informações multimídia.
X.25
Protocolo de roteamento muito utilizado em redes públicas de pacotes.
X.400
Um protocolo que especifica serviços do tipo store-and-forward,
sendo o serviço de correio eletrônico Message Handle System (MHS)
o mais conhecido deles, como parte das recomendações OSI/ISO.
X.500
É um padrão ITU-TSS/ISO para serviços de diretório eletrônico.
yellow pages
Ver: NIS
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Alguns Termos Técnicos...
Postado por
Roberto Vieira
às
18:49
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Funcionamento de um Modem
MODEMS
O que é e como funciona um modem?
Sabemos que um modem está ligado à linha telefônica e ao computador. Sabemos também que ele serve para fazer a comunicação entre o micro e um outro micro através da linha telefônica.
Surge então a questão, por que um computador não pode transmitir dados diretamente pela linha telefônica para outro computador. Para que é necessário o modem?
- O telefone
Vejamos como funciona um telefone comum:
O microfone do bocal converte as ondas de som que vem de sua boca em sinais elétricos. Do outro lado, o alto falante no fone de ouvido converte novamente esses sinais elétricos em ondas sonoras. Os sinais elétricos trafegam pela linha telefônica por meio de oscilações de voltagem, podendo assim representar as ondas sonoras em sua freqüencia e altura (amplitude). Esses sinais são chamados de ANALOGICOS, pois são uma analogia elétrica do som de sua voz. Pela linha telefônica somente este tipo de sinal pode trafegar.
- O computador e a porta serial
Já o computador se comunica com seus periféricos por meio de bits e bytes. Um bit é a menor unidade computacional, e aceita dois valores, ZERO ou UM. Um conjunto de oito bits forma um BYTE. Através das portas SERIAIS (COMx, normalmente usadas para mouses, modems) o micro se comunica bit a bit com o periférico, e através das portas PARALELAS (LPTx, normalmente usadas para impressoras), byte a byte.
Uma porta serial utiliza sinais elétricos. São voltagens positivas e negativas (normalmente +12V e -12V) para representar o zero e o um. Alternando as voltagens, ela pode se comunicar com periféricos externos bit a bit.
Este sinal é um sinal DIGITAL, com o qual o computador tem grande facilidade de trabalhar.
- Os modems
Os modelos de modems mais antigos fazem o seguinte: Transformam essas voltagens positivas e negativas que vêm do micro em tons audíveis. Uma voltagem negativa (representando um bit 1) é convertida em um tom de determinado pitch; uma voltagem positiva (representando um bit 0) em um tom de pitch um pouco mais baixo. Esses sons são transmitidos pela linha telefônica da mesma forma como a voz. O modem receptor por sua vez converte esses sons em sinais digitais e os tranfere para o micro, que os interpreta. Desse processo vem a palavra MODEM, que é a sigla de MOdulador / DEModulador. Um lado modula os sinais
digitais em sinais analógicos, enquanto o outro lado demodula esses sinais analógicos novamente para sinais digitais.
- A modulação
Na verdade o termo MODULAÇAO envolve bem mais do que somente isso. O uso de dois tons visto acima é chamado de modulação FSK. Com ele, se tem o limite de 300 bits por segundo numa transmissão de dados. Modems atuais usam mais do que os dois “estados” possíveis (no exemplo anterior, cada tom representa um “estado”). Esses modems mais avançados podem combinar estados (como por exemplo a amplitude) com mudança de estados (por exemplo a mudança de fase) afim de representar grupos de dois, três, quatro ou mesmo mais bits.
Quais as diferenças entre bps, baud, cps, etc?
O BAUD é uma unidade de medida representando a quantidade de mudanças de fase por segundo que podem acontecer (por exemplo numa linha telefônica). As conexões de telefone atuais podem ser usadas de maneira confiável afim de transmitir um sinal que muda de estado até 2400 vezes por segundo. Tal conexão está operando a uma taxa de 2400 bauds. Mas com técnicas de modulação mais complexas, podemos não ter apenas dois estados, mas sim muitos estados. Com oito estados diferentes, podemos usar cada estado para representar um dos oito grupos possíveis de três bits (000, 001, 010, 011, 100, 101, 110 e 111). Dessa forma, em uma taxa de sinalização de 1600 bauds (por exemplo), é possível transmitir 4800 bits por segundo (bps). Modems mais rápidos e mais comuns hoje em dia usam 64 estados, que podem representar todos os valores possíveis de um grupo de seis bits. Assim, a 2400 bauds, podem ser transferidos até 14400 bits por segundo (2400 bauds x 6 bits = 14400 bps). A diferença entre BAUD e BPS se torna evidente. BAUD é a unidade de um valor que alcança no máximo algo em torno de 3000 em linhas telefônicas comuns no Brasil. BPS (bits por segundo) é a velocidade real do modem nessa linha telefônica, sendo que os modems mais velozes hoje em dia podem transmitir até 28800 bps (bits por segundo). Mas para conseguir esses 28800 bps, é necessária uma taxa de sinalização de aproximadamente 3200 bauds. Como este é quase o topo máximo que nossas linhas telefônicas alcançam, é possível que mesmo tendo um modem 28800 bps não se alcance essa velocidade, mas sim alguma velocidade inferior (26400 bps, 24000 bps ou 21600 bps). O último termo que ainda não foi abordado é o de CPS. Significa “caracteres por segundo” e poderia ser chamado também de “byte por segundo”. Esse último termo não é muito usado, pois a sigla deste seria igualmente BPS, confundindo ela com o “bit por segundo”. Um byte possui normalmente 8 bits. Em transmissões pela porta serial, são necessários dois bits adicionais, o START e o STOP bit, totalizando 10 bits. Assim sendo, numa conexão a 14400 bits por segundo, são transmitidos 1440 cps (caracteres por segundo). Veremos mais adiante porque esse valor normalmente é ainda maior. 1440 caracteres por segundo é uma velocidade bastante considerável. Uma pessoa com dotes de digitação médios consegue digitar no máximo a uns 10 caracteres por segundo, quando muito. Essa taxa é comumente apresentada em telas de DOWNLOAD e UPLOADS de programas de comunicação, informando assim quantos BYTES estão chegando ou saindo por segundo.
O que é CCITT? E ITU-T?
Vimos que em modems de alta velocidade (como são chamados os modems a partir com velocidades de 9600 bps e acima) em um baud são modulados mais de um bit. Agora a forma como esses bits são modulados, precisou de alguma forma ser padronizado. Se não houvesse essa padronização, um modem não entenderia o que o outro estivesse falando, ou seja, um não consegueria demodular o que outro modulou. Quem fez grande parte dessa padronização foi um orgão chamado CCITT, sigla para Comite Consultivo Internacional de Telegrafia e Telefonia. Este comite definiu uma séria de padrões para a telecomunicação, que são os
padrões chamados de V.xx, onde xx é o número da padronização. Desde o começo do ano de 1994 o CCITT não existe mais. Ele foi substituido ITU-T (International Telephone Union - Setor pra padrões na telefonia), órgão pertencente à ONU (Organização das Nações Unidas). As atividades da ITU incluem a regularização, padronização, coordenação e desenvolvimento da telecomunicação internacional. A ITU é basicamente organizada em 3 setores que refletem suas atividades principais (Padronização, Radiocomunicação e Desenvolvimento). O que importa para usuários de modems é o Setor de Padronização da Telecomunicação (ITU-T). Essa agência cria entre outros as recomendações de padrões para a comunicação de dados. Com essa padronização, que tem âmbito e validade MUNDIAL, os modems fabricados pelos mais diversos fabricantes passam a poder se comunicar entre si sem maiores dificuldades, já que “falam” a mesma “língua”. Existem ainda outros padrões que não foram definidos pela CCITT (hoje ITU-T). São por exemplo os padrões Bell, definidos por uma companhia telefônica americana (Bell), ou o protocolo HST (High Speed Technology) criado pela USRobotics (nesse caso, só pode haver conexão de um modem com esse protocolo com outro que também tenha esse protocolo, no caso, um outro USRobotics HST). Esses protocolos não têm validade mundial, e portanto não são encontrados em todos os modems. São os chamados protocolos proprietários. Além desses protocolos que definem a modulação para as diversas velocidades, existem outros tipos de protocolos da ITU-T que interessam ao universo dos modems, conforme veremos mais adiante (I.[3.2] e I.[3.3]). Outros protocolos que não são padrões mundiais (da ITU-T), mas sim proprietários (criados por uma determinada empresa) eram os protocolos MNP. Mas esses protocolos entraram em domínio público (a especificação do protocolo se tornou propriedade pública) e hoje são encontrados na maioria dos modems de alta velocidade.
O que são Protocolos?
Hoje em dia os modems não só são mais rápido como também são repletos de novos aspectos, como controle de erros e compressão de dados. De repente, você é confrontado com todas essas siglas: V.32, V.32bis, V.42, V.42bis, MNP5, LAP-M, etc. O que cada uma significa? O que que cada uma significa para você? Para tirar o máximo de proveito de um modem de alta velocidade você precisa entender três diferentes tipos de protocolos e suas relações. São eles: - Protocolos de modulação - Protocolos de controle e correção de erros - Protocolos de compressão de dados
O que são os protocolos de modulação?
As técnicas específicas para modular os bits digitais em sinais analógicos são chamadas de protocolos de modulação. Os vários protocolos de modulação definem o método exato dessa codificação e a velocidade da transferência resultante. Na realidade, você não pode ter um modem sem protocolo de modulação. Um modem normalmente suporta mais de um protocolo de modulação. A velocidade crua (sem compressão de dados) de um modem é determinada pelo protocolo de modulação. Este é negociado entre dois modems na hora da conexão por envio e recepção de sinais característicos (os famosos “beeebbbeebeebe-beebe” que se ouve na hora da conexão). Modems de alta velocidade são modems que suportam protocolos de modulação de 9600 bps ou acima (bps é a abreviatura de “bits por segundo”, ou seja, quantos bits podem ser transferidos por segundo.
Quais são os protocolos de modulação?
- até 2400 bps Um modem de 2400 bps compatível com o Hayes normalmente suporta os seguintes protocolos de modulação: Bell 103 (padrão americano para 300 bps) Bell 212A (padrão americano para 1200 bps) ITU-T V.22 (padrão mundial para 1200 bps) ITU-T V.22bis (padrão mundial para 2400 bps) Alguns modems de 2400 bps também suportam os seguintes protocolos: ITU-T V.21 (padrão mundial para 300 bps) ITU-T V.23 (padrão europeu para 1200/75 e 75/1200 bps. Esse padrão é usado também pelo sistema de Video Texto no Brasil)
- acima de 2400 bps Existem hoje três protocolos de modulação que são padrões mundiais para modems de alta velocidade: V.32, V.32bis e V.34. Os dois primeiros foram estabelecidos pela antiga CCITT e o último já pela ITU-T.
- V.32 Esse é o padrão para modems de 9600 bps (e 4800 bps). V.32 foi adotado como padrão pela CCITT em 1984. Mas o mercado para esses modems demorou um pouco para crescer. Um modem com V.32 custava por volta de US$ 2000 no ano de 1988. Atualmente modems até esse protocolo (que não tenham nenhum protocolo para velocidades superiores) estão praticamente obsoletos e não existem em grandes quantidades no mercado. Nessa época surgiram alguns outros protocolos que não eram padrão mundial, mas proprietários de certas empresas fabricantes de modems, como a USRobotics, a Telebit, a Hayes e CompuCom, que criaram os modems com o chamado “dual standard” (padrão duplo) que suportavam tanto o V.32 e seu próprio padrão.
- V.32bis V.32bis, estabelecido no começo de 1991 é o padrão da ITU-T para modems a 14400 bps. Um modem com V.32bis possui também capacidade de conectar a velocidades menores (“fall back”): 12000, 9600, 7200 e 4800 bps. No V.32bis está incluso o V.32. Diferente da época dos modems de 2400 bps onde um só protocolo de modulação (V.22bis) era suportado por todos os fabricantes de modems, na época do V.32bis surgiram vários protocolos de modulação proprietários (não aprovados pela ITU-T) criados por fabricantes de modems. Os melhores exemplos são os protocolos HST da USRobotics e o PEP da Telebit.
- V.34 Atualmente o protocolo de modulação mais veloz para modems. Suporta conexões de até 28800 bps, com um “fall back” inteligente para velocidades inferiores, caso a linha não tenha condições de agüentar a alta velocidade de 28800 bps:
26400, 24000, 21600 e 19200 bps. Possui um método de negociação inteligente, que se adapta à qualidade e condição da linha telefônica.
Qual a diferença entre os protocolos V.FAST, V.34 e V.FC?
- V.FAST V.FAST foi o “codinome” dado ao protocolo para comunicação a 28.8 kbps (kbps significa kilobits por segundo) antes dele ser discutido e aprovado pela ITU-T. Ou seja, até junho de 1994 falava-se do protocolo V.FAST, em desenvolvimento, até aparecer o nome definitivo para o mesmo, que seria V.34. Ou seja, um é nome do protocolo na fase de desenvolvimento, não ainda o nome oficial. Muitos chamaram o V.FAST também de V.LAST, pois diziam que as linhas telefônicas comuns não agüentariam mais que isso, por isso seria o último (=LAST) dessa geração.
- V.FC Existe ainda o V.FC, protocolo que o fabricante de chips para modems Rockwell criou antes do V.34 ser regularizado pela ITU-T. É um protocolo proprietário (não é padrão mundial da ITU-T) para comunicação a 28.8 kbps e que teve muitos seguidores. Era a época de desenvolvimento do V.34 (final de 1993) e a Rockwell achou que a outorgação do mesmo estava demorando muito. Até a USRobotics a seguiu e o implementou em seus modems.
- Desenvolvimento até o V.34 Até setembro de 1994 o padrão para 28.8 kbps era praticamente o V.FC, pois o V.34 ainda não estava totalmente regularizado (já estava aprovado pela ITU-T, mas ainda devia ser aprovado pelos países membros da ITU por votação).
Muitos fabricantes de modems de 28.8 kbps com o V.FC prometeram um upgrade (atualização) para o padrão V.34 quando este estivesse regularizado. Alguns exigiriam troca de hardware, outros upgrade via software. Assim em setembro de 1994 o padrão V.34 foi finalmente aprovado em definitivo, e começou a ser fabricado e usado mundialmente.
Hoje em dia um modem 28.8 kbps que não tenha o protocolo V.34 está praticamente obsoleto. Existem modems com os dois protocolos V.34 e V.FC (caso do USR Courier 28.8 kbps dual standart), mas o V.FC certamente cairá em desuso.
O que e quais são os protocolos de correção de erros? (V.42 e MNP 2-4)
Em transmissões a altas velocidades, não é raro que as chamadas “sujeiras na linha” atrapalhem a conexão. Essas sujeiras nada mais são do que conexões telefônicas “sujas”, que evitam que o mesmo som que um modem produziu seja recebido pelo outro, ou seja, quando o lado que recebe for demodular o que chegou, não será o que o outro lado transmitiu.
E é por isso que foram desenvolvidos protocolos que cuidam de monitorar a transferência de dados e que conseguem filtrar fora essa sujeira, que se manifesta na conexão com caracteres aleatórios na tela.
Os protocolos V.42 e MNP 2-4 cuidam da linha telefônica filtrando essas sujeiras. Quando dois modems estabelecerem conexão usando um protocolo de correção de erros, a conexão se dará de forma totalmente limpa, sem erros na tela.
Note que a sujeira na linha continua presente, só que não transparece na conexão (na tela).
O processo de filtro usado pelo V.42 e MNP 2-4 é um esquema de correção de erros baseado em algoritmos sofisticados para garantir que os dados que chegam são os mesmos que foram enviados pelo outro lado. Caso os dados não correspondam, o bloco é reenviado. É por isso que algumas vezes a conexão a altas velocidades é interrompida brevemente: É a correção de erros em ação.
O protocolo V.42 utiliza o LAP-M (Link Access Procedure for Modems) como esquema primário de correção de erros e inclui o MNP 4 como esquema secundário. Um modem com V.42 automaticamente possui MNP 4, e é capaz de conectar com um modem dos dois tipos. É portanto altamente recomendado deixar a correção de erros ativada durante uma conexão.
O que e quais são os protocolos de compressão de dados?
- V.42bis e MNP5 Estes protocolos permitem uma compactação de dados antes do envio, e a descompactação do outro lado, tudo “on-thefly”, ou seja, ao mesmo tempo em que está sendo enviado. A utilização ou não desses protocolos é negociado na hora da conexão e estes permanecem válidos até a posterior desconexão. Com o protocolo V.42bis pode-se atingir uma compactação de até 4:1 (4 para 1) se o arquivo transmitido for altamente compactável. Neste caso, a taxa de transferência em modems 14400 bps passaria dos normais 1440 cps para até 5760 cps. Como arquivos altamemte compactáveis entendem-se arquivos-texto, planilhas, executáveis (não compactados), bancos de dados, etc.
- Diferenças entre V.42bis e MNP5
Mas o que acontece quando se transmite algum arquivo que já esteja compactado? Um protocolo que tem que atuar “onthe-fly” logicamente não conseguirá comprimir este arquivo mais ainda. Aí está a grande diferença entre MNP5 e V.42bis: No MNP5, ele não percebe nada, e tenta compactar mesmo assim, fazendo com que a transmissão seja mais lenta do que o normal. Com o V.42bis, ele percebe que os dados já estão compactados, e se auto-desativa. Com isso não se perde nada em performance.
O que são modems RPI e por que são mal vistos?
Normalmente os protocolos V.42 e V.42bis (correção de erros e compressão de dados) são implementados via HARDWARE, ou seja, o próprio modem se encarrega disso. Mas existem certas marcas de modems onde isso não é o caso. Quando você compra esse tipo de modem, pode pensar que ele possue o V.42 e o V.42bis, o que normalmente é informado na caixa, mas não repara no escrito “RPI MODEM”, “RPI COMPILANT” ou algo parecido. RPI é a sigla de “Rockwell Protocol Interface” e basicamente significa que o modem depende de que a correção e compressão sejam feitos por algum software padrão RPI. Esses modems normalmente vem com os seus softwares de comunicação, que são justamente padrão RPI e que são capazes de ativar esses protocolos e os usar. Mas assim que se deseje utilizar outro tipo de programa de comunicação, não mais se pode utilizar o V.42 e V.42bis do modem, pois a maioria deles não traz suporte para RPI.
A diferença básica de um modem RPI para um não-RPI reside no fato de ONDE o software dos protocolos V.42 e V.42bis são executados. No caso dos modems não-RPI, isto é feito pelo próprio modem, no caso dos modems RPI, isso deve ser feito pela CPU do computador. Assim, além da desvantagem de falta de programas de comunicação, tem-se ainda o fato de estar se gastando ciclos do processamento do micro para a correção de erros, o que pode ser fatal em plataformas de multi-tasking.
O que são protocolos de transferência de arquivos?
Os modems que se comunicam entre sí podem apenas passar BYTES de um lado para o outro. Eles não têm noção sobre arquivos, etc. Para que se possa transferir um arquivo, você deve utilizar um protocolo de transferência de arquivos. Um protocolo desse tipo é o que define como os bytes serão enviados e interpretados pelo outro lado para formarem um arquivo exatamente do mesmo tamanho e conteúdo do existente no lado que o enviou. Um protocolo de transferência define a quantidade de bytes que serão enviados em cada BLOCO, como serão tratados erros de transmissão, como um erro é detectado e como o mesmo é corrigido, como um lado fica sabendo o nome do arquivo que está sendo enviado, como é informada a conclusão da transferência, quantidade de arquivos a serem transmitidos, etc. Um BLOCO é uma sucessão de bytes que são transmitidos sem pausas. Os blocos de transferência em protocolos de transmissão podem variar de 96 a 8192 bytes (8 kb). A cada final de bloco são enviados bytes de controle, que podem servir simplesmente para delimitar os blocos, como também para controle e correção de erro. Existem muitos protocolos de transferência de arquivos à disposição, alguns são mais rápidos, outros mais confiáveis, alguns com mais recursos, outros com menos. O que importa é que para se utilizar um protocolo de transferência de arquivos, da mesma forma que para os protocolos de modulação, ambos os lados precisam ter este mesmo protocolo à disposição.
Quais protocolos de transferência existem?
Os protocolos mais comuns que são apresentados em programas de comunicação são os famosos: Xmodem, Ymodem e Zmodem. Existem ainda outros, que veremos mais tarde nessa mesma sessão.
- Xmodem O protocolo Xmodem original foi desenvolvido em 1977 por um programador chamado Ward Christensen. Através dele, os arquivos são transmitidos em blocos de 128 bytes, aos quais sempre é adicionado um byte de controle para verificação de erros. Esse byte extra, chamado de SOMA DE VERIFICAÇAO, é composto pelos oito bits de ordem inferior da soma dos 128 bytes. Assim o software receptor calcula igualmente essa soma dos bytes que chegaram e compara com a soma da verificação. Se a soma for outra, o receptor requesita uma retransmissão do bloco.
- Xmodem-CRC O protocolo Xmodem-CRC substituiu a verificação de soma por um esquema chamado de verificação de redundância cíclica (CRC). Ela tem a mesma finalidade que a soma de verificação, porém é mais confiável.
- Xmodem-1k Com os modems de alta velocidade, os blocos de 128 bytes se tornaram muito pequenos. Com isso surgiu o protocolo Xmodem usando blocos de 1024 bytes (1 kbyte). Algumas vezes, o Xmodem-1k é também chamado de Ymodem. No caso disso ocorrer, o Ymodem real é chamado de Ymodem-Batch.
- Ymodem Basicamente ele é a mesma coisa que o protocolo Xmodem, com algumas diferenças: Se a houver muita sujeira na linha, ele é capaz de comutar automaticamente de blocos de 1024 para blocos de 128 bytes. Em blocos menores, é menos provável que ocorra algum erro e a verificação é mais efetiva. Além disso, os protocolos Ymodem utilizam um bloco de cabeçalho especial no início da transferência, contendo o nome do arquivo, simplificando a tarefa da transferência de arquivos em forma BATCH. Tranferência batch significa nada mais do que transferir diversos arquivos um atrás do outro, numa mesma sessão do protocolo de transferência. Muitas vezes o Ymodem é também chamado de Ymodem-Batch.
- Ymodem-G Variante do Ymodem que simplesmente não realiza correção de erros na transmissão dos arquivos. Ele confia na qualidade da linha, ou então ele confia na correção de erros do seu modem, transmitindo os dados seqüencialmente sem parar. Quando ocorrer um erro ele imediatamente aborta a operação.
- Zmodem É o protocolo mais usado atualmente. Apresenta basicamente os recursos do Ymodem-Batch, com uma performance maior ainda, blocos de 1024 bytes, transferência batch, e além disso o recursos de CRASH RECOVERY, que possibilita que transferências abortadas no meio possam ser prosseguidas mais tarde, a partir do local onde se parou da vez anterior. Até os programas de comunicação mais simples devem suportar esse protocolo, pois é o mais normal de se usar.
- ZedZap O mesmo protocolo Zmodem, com a diferença deste usar blocos de 8192 bytes ao invés dos habituais 1024. Ele não está disponível em todos os programas de comunicação. Ele se encontra por exemplo no Terminate.
- Protocolos Bidirecionais Os protocolos abordados até agora só servem para transmitir em UMA direção. Acontece que numa conexão normal de modems, existem DOIS canais de transferência, como visto na figura da sessão [1.0]. Numa transferência unilateral, um dos canais fica sem uso ou é usado somente para efeito de correção de erros. Por isso surgiram protocolos BIDIRECIONAIS, que são capazes de transmitir arquivos para ambos os lados ao mesmo tempo, sem perda de performance. Exemplos são o HSLINK, Bimodem e o Hydracomm.
- ASCII O protocolo ASCII é um protocolo de transferência em 7 bits que fazem os 128 primeiros caracteres da tabela ASCII.
Esse protocolo não possui controle e correção de erros e usa o XON/XOFF (veja depois) para controle de transmissão.
Assim sendo, o XON/XOFF precisa estar ligado neste caso. Quando o computador que receber os dados precisa parar a transmissão temporariamente, ele envia um CTRL-S (ASCII #17) para parar o envio. Quando ele estiver pronto para voltar a receber dados, envia um CTRL-Q (ASCII #19) para continuar a transmissão. Esse protocolo não deve ser usado praticamente nunca, só para enviar ou receber rapidamente textos que aparecerem no terminal.
- Kermit Kermit é um protocolo que é usado extensivamente na Internet. É um protocolo um tanto antigo, que possui uma vasta gama de opções mas que normalmente não tem boa performance. Ele usa tamanhos de pacotes variáveis, com um máximo de 1024 bytes. Como o Ymodem, traz suporte para transferências batch.
Quais são os melhores e os piores protocolos de transferência de arquivos?
Em casos normais você deve usar o protocolo Zmodem. Ele é adequado tanto para modems de alta velocidade quanto para modems sem correção de erros. Mas é um fato que o Ymodem-G é mais rápido que o Zmodem normal. Só deve ser usado se seu modem faz correção de
erros. Veja porque ele é mais rápido: O Zmodem manda blocos de 1024 bytes por vez. Após mandar um bloco, ele ainda precisa fazer a comparação com o CRC do bloco que foi enviado com o que chegou. Com isso, além do bloco em si, estão sendo mandados bytes de frames (que indicam o começo e fim do bloco) e blocos CRCs para correção de erros. O Ymodem-G não faz correção de erros. Por isso ele não precisa mandar os blocos CRC após cada bloco, o tornando ligeiramente mais rápido.
Se o seu modem possuir correção de erros, você pode utilizar o Ymodem-G para maior velocidade (a diferença é mínima). O que então ocorre é que falta o recurso utilíssimo de crash recovery a ele. Assim sendo, se uma transmissão com o Ymodem-G for abortada, para continuar da posição onde se parou, deve-se utilizar o Zmodem.
Uma outra opção é o ZedZap. Enviando blocos de 8192 bytes de cada vez, os frames e correção de erros são feitos para os blocos como um todo, assim são menos dados adicionais que precisam ser enviados na transferência de um arquivo.
Acontece que se ocorrer alguma falha na transmissão de um bloco, mesmo que já tenham chegado 8000 bytes corretos, o bloco inteiro precisa ser remandado, tornando a transferência ainda mais demorada do que com o Zmodem (onde no máximo 1024 bytes precisam ser reenviados). Se um modem possuir correção de erros e ambos os lados tiverem o ZedZap à disposição, este protocolo pode ser o indicado. Para modems SEM correção de erros (os de 2400 bps, por exemplo), nunca se deve tentar utilizar esse protocolo.
Resumindo, os protocolos que devem ter chances de serem usados atualmente são o Zmodem, ZedZap (Zmodem 8Kb) e o Ymodem-G.
Se você possuir um modem com correção de erros confiável (você NUNCA vê sujeira na tela), use o protocolo ZedZap se necessitar de velocidade e do recurso de crash recovery ou o protocolo Ymodem-G se necessitar de velocidade e não de crash recovery.
O que são comandos? Como usá-los?
Para você se comunicar com o modem e dar-lhe instruções, você deve usar os chamados COMANDOS AT.
Comandos são certas instruções que podem ser passados para o modem. Ele os interpretará retornando a informação requisitada, ou a confirmação de correto recebimento do comando ou de erro na sintaxe do mesmo (“OK” ou “ERROR”).
O que é padrão Hayes?
Os comandos que podem ser usados nos modems variam de acordo com o modelo e fabricante, mas normalmente seguem o chamado PADRAO HAYES. Hayes é uma empresa fabricante de modems que se tornou conhecida por ter modelos de modems que chegaram como pioneiros no grande mercado, os modems Hayes Smartmodem 1200 e 2400.
Nestes usavam-se certos comandos, e eles se tornaram quase que um padrão para os modems futuros que viriam.
- Como enviar comandos ao modem?
Os comandos podem ser enviados ao modem, através de um programa de comunicação, de um modo manual ou transparente ao usuário (sem que ele precise digitá-los). No primeiro caso, para enviar comandos manualmente para o modem, deve-se estar em algum meio onde se esteja em direta comunicação com ele. É o caso dos TERMINAIS dos programas de comunicação. Normalmente são telas vazias, com o cursor piscando no canto superior esquerdo. Qualquer coisa digitada ali será enviada e interpretada diretamente pelo modem. Experimente digitar “AT” +
- Quais são os comandos mais comuns?
“AT” é o principal comando que deve ser enviado ao modem praticamente sempre antes de um outro comando.
Serve para chamar a atenção do modem, informando-o que o que vem a seguir é uma seqüência de comandos que ele deve interpretar. Os manuais dos modems normalmente trazem uma lista dos comandos possíveis para este determinado modelo.
Alguns comandos se tornaram padrão entre todos os modems, como: “ATD” - Para tirar o modem “do gancho” e mandá-lo discar o número que vier a seguir. Ex: “ATD884-2446”. Veja também a sessão II.[6.0] para maiores detalhes neste comando. “ATZ” - Carrega a configuração previamente salva na memória do modem. “+++” - Quando você estiver conectado em algum lugar, não poderá enviar comandos ao modem. Caracteres digitados serão somente enviados ao outro lado da conexão. Para enviar comandos ao modem enquanto conectado, deve-se esperar um segundo depois do envio/recebimento do último byte, digitar “+++” e aguardar mais um tempo. O modem deve responder com “OK” e você estará no modo de comandos. Para depois voltar à conexão usa-se o “ATO”. O problema aqui é quando isso não funciona corretamente. Neste caso tenha certeza que de, quando você enviou o “+++”, não só o SEU modem foi para o modo de comandos, mas também o modem do outro lado, pois ele interpretou o “+++” da mesma forma. Para contornar o problema, a maioria dos modems possibilita a troca do caracter de “+” por um outro para simbolizar essa “seqüência de escape” (como é conhecida essa seqüência “+++”). “ATA” - Tira o telefone do gancho e atende a chamada. Assim, quando alguém ligar e o modem reconhecer os toques no telefone imprimindo a string “RING” em seu terminal, digitando “ATA” seguido de
- Como fazer uma conexão de modems durante uma ligação VOZ?
Digamos que você ligou para alguém e está conversando com a pessoa pelo telefone normal. Resolvem então efetuar uma conexão entre os dois modems, mas sem perder esta conexão. Como fazer? É bem simples, exige só um pouco de sincronismo:
- Uma ponta dá um “ATA
Assim que você digitar “ATA
Velocidade serial x Velocidade modem (diferenças entre DTE e DCE).
Uma opção na configuração do software de comunicação certamente diz algo a respeito de velocidade. Normalmente faz referência a Velocidade Serial, Baud Rate, Speed, etc. Um item relacionado a isso é a opção Lock Port Speed ou simplesmente Lock Port. Veremos aqui como deve ser setada cada opção. Antes de mais nada, vejamos algumas definições. Devemos distingüir dois tipos de velocidades presentes em uma
conexão entre dois modems. 1) Velocidade entre o SEU computador com o SEU modem, essa é a chamada velocidade DTE (Data Terminal Equipment), e na verdade é a velocidade de sua porta serial. 2) Velocidade entre o SEU modem e o modem onde você está conectando, sendo esta velocidade chamada de DCE (Data Communication Equipment). Esta é a velocidade efetiva que ocorre pela linha telefônica.
O que aparece quando dois modems se conectam (CONNECT xxxx) é a taxa DCE, que os modems negociaram (nos piipipiii’s) para ser o protocolo de modulação desta conexão. Já o que você ajusta no seu programa de comunicação NÃO é essa taxa, já que ela é negociada pelos modems na hora da conexão, e não é possível evitar que eles o façam (a menos que você diga isso expressamente para seu modem). O que você ajusta é a DTE, ou seja, a velocidade máxima com que a sua porta serial irá receber os dados que chegam. Ajustando a opção Lock Port Speed para NÃO, isso fará com que a velocidade serial (DTE) seja sempre a mesma do que a velocidade entre os modems pela linha telefônica (DCE). Ajustando essa opção para SIM, fará com que a velocidade serial permaneça a mesma independente do que o modem fizer. Na opção de velocidade serial, deve-se então colocar um valor mais elevado para modems de alta velocidade, como por exemplo 57600 bps em modems de 14400 bps.
- V.42 e MNP 4 ajudando na performance Quando uma conexão é feita com V.42 ou MNP4, a transferência ocorre de modo um pouco diferente do que seria a de enviar os bytes em seqüência. Um byte tem 10 bits (1 start bit, 8 dados e 1 stop bit, isso na configuração 8N1, o que na verdade quer dizer: 8 bits de dados, sem bit de paridade e um start bit. Se um dos protocolos V.42 ou MNP4 estiver ativo numa conexão, o modems que envia transmite apenas os 8 bits de dados, os dois restantes são adicionados pelo modem que recebe, fazendo com que 20% dos dados (2 de 10 bits) a menos tenham que ser enviados. Quando o modem que recebe adicionar esses 2 bits, eles tem que ser transmitidos junto com os 8 restantes através da
porta serial, e o modem já se preparar para receber os novos bits que estiverem chegando. Pra isso, o modem tem que mandar os 10 bits na mesma velocidade que chegaram os 8 bits pela linha telefônica, para a porta serial. A 14400 bps (bits por segundo) 8 bits chegaram em 1/1800 segundos. Nesse mesmo tempo 10 bits tem que ser mandados pela porta serial, isso dá uma taxa de 18000 bps (bits por segundo) que a porta serial tem que suportar. Por isso na maioria dos programas de comunicação nem aparece a opção de 14400 bps como velocidade serial, a próxima depois dos 9600 bps normalmente é 19200 bps, que seria o ideal para o caso das conexões com o V.42 ou MNP 4.
- V.42bis e MNP 5 aumentando ainda mais a performance Quando um protocolo de compressão de dados on-the-fly (V.42bis ou MNP5) está ativo e se recebe arquivos não compactados, o modem que envia vai conseguir compactar esses dados e assim ter que enviar bem menos bytes. Vejamos um exemplo do que ocorre neste caso: Um arquivo TEST.TXT tem 3072 bytes de tamanho. O protocolo V.42bis consegue compactar ele digamos para somente 1024 bytes, ou seja, compactação no fator 3:1. Esses 1024 bytes são então enviados pelo modem pela linha telefônica. Assim, se a conexão for de 14400 bps, transmitindo pela linha telefônica a 1600 bytes por segundo (cps), esses 1024 bytes chegam do outro lado em 0.64 segundos (o cálculo é uma simples regra de três). Mas esses mesmos 1024 bytes serão descompactados por sua vez pelo modem que recebe, para os 3072 bytes originais que por sua vez são transmitidos do modem pela entrada serial para o computador (lembre-se que existe a ligação modem-modem e modem-serial, DTE e DCE). Assim, em 0.64 segundos, 3072 bytes (24576 bits) tem que ser enviados do modem para o computador pela entrada serial. Isso quer dizer que a taxa real entre o modem e a serial é de 38400 bps (bits por segundo) e isso tem que ser suportado pela linha serial. Por isso é ideal setar a velocidade serial para o maior possível. Uma placa serial normalmente não agüenta mais de 57600 bps, por isso essa deve ser a opção preferencial.
O que é 8N1 e 7E1?
Outra configuração que se deve ajustar em praticamente todos os programas de comunicação são esses valores estranhos. Eles simbolizam como será a troca de bytes pela linha telefônica, como interpretar os bits que chegam e que vão. 8N1 significa 8 databits, parity NONE e 1 stop bit. Traduzindo para uma linguagem mais clara, quer dizer que um byte transmitido terá o formato: ----------------------------------------------------------------------- ¦ 1 ¦ 2 ¦ 3 ¦ 4 ¦ 5 ¦ 6 ¦ 7 ¦ 8 ¦ 9 ¦ 10 ¦--s--t--a--r--t---¦-- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - ---8-----d---a--t--a---b---i-t--s-- -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- - -- ---¦---s--t--o---p-- - - --¦¦------¦
O primeiro bit é sempre “0” e é interpretado como um bit de início do byte. Os 8 seguintes são o byte propriamente dito, seguido pelo stop bit que é sempre “1”. Com esses 8 bits de dados, forma-se um byte que conhecemos, o que aceita valores de 1 a 256.
O formato 7E1 simboliza 7 data bits, EVEN parity e 1 stop bit. --------------------------------------------------------------------- ¦¦- -s- -t--a1--r- -t- --¦-¦- - -- - 2-- - -- - -- ¦- - - - --3 - - - - -- -¦ - - - -- -4 -- - - - - -¦- - - --7-5--- -d ---a-¦- t- -a--6-b-- -i- t--s-¦- - - - -7- - - - - -- -¦ - - - -- -8 -- - - - --¦-¦ -- -p--9-a-- r- - --¦-¦- s--1-t-o--0--p ----¦¦----¦
Um start bit (“0”), 7 bits de dados, podendo representar 128 valores, um bit de paridade e um stop bit (“1”). O bit de paridade EVEN é um bit de controle. Ele é simplesmente o um valor (1 ou 0) para que a soma dos bits “1” dos dados mais o bit de paridade dê um número par (even). Por exemplo se os databits forem “0110011”, o bit de paridade é ajustado para “0”, pois já existem 4 “1” nos dados. Se os databits fossem “1110011”, o bit de paridade seria ajustado para “1”, para chegarem a 6 (=par) bits com valor “1”. A paridade ODD é justamente o inverso, a soma dos bits “1” deve dar um número impar. Na paridade tipo Mark, o bit de paridade é sempre “1” e na paridade tipo Space, este bit é sempre “0”.
- Qual usar? Para conexões com BBSs comuns, use sempre a configuração 8N1. Ela é usada em 90% dos casos atualmente. Por exemplo para conexões com a Compuserve, deve-se ajustar a configuração para 7E1.
Como configurar o flow control (RTS/CTS - Xon/Xoff)?
Uma configuração importante para a transmissão de dados é o FLOW CONTROL. Flow control é um método de controlar quando informação pode ser enviada. Se isso não fosse possível de se
controlar, o modem poderia ficar sobrecarregado de informações que estivessem chegando enquanto ele está ocupado com outra coisa. Um método é o SOFTWARE FLOW CONTROL, ou XON/XOFF, onde um BBS irá mandar dados até que o seu computador envie um sinal de XOFF (que é o caracter ASCII #17 - CTRL-S). Enviando um XON (caracter ASCII #19 - CTRL-Q), ele voltará a transmitir. Outro método é o HARDWARE FLOW CONTROL ou CTS/RTS. Este caso funciona alterando-se voltagens em dois níveis nos pinos de RTS (Request To Send) e CTS (Clear To Send) da interface serial entre o modem e o computador (normalmente um cabo RS232). CTS é usado pelo modem que está enviando dados. Quando o modem local está pronto para receber dados, ele envia um sinal CTS para o computador local, e este começa a mandar os dados para o modem. Quando o modem não está mais conseguindo receber os dados na velocidade com que o computador os está enviando, o modem irá desligar o CTS, informando ao computador que é para ele parar de enviar. Uma vez o modem está novamente em condições de receber dados, ele novamente liga o CTS. RTS é usado pelo computador do lado que está recebendo dados. Quando o computador local não consegue receber dados na velocidade que eles estão sendo enviados para ele pelo modem local, ele irá desabilitar o RTS. O computador liga o RTS novamente quando está pronto para receber dados novamente.
- Qual usar? Escolha sempre preferencialmente o HARDWARE FLOW CONTROL (CTS/RTS). O uso do XON e XOFF durante a transmissão de dados por causar problemas quando um arquivo binário conter os caracteres XON e XOFF. Neste caso a transmissão pode travar durante a transferência de arquivos.
O que é porta serial?
O computador precisa saber em qual PORTA SERIAL está conectado o modem para poder se comunicar com ele. As portas seriais em micros PC são chamadas de COM1, COM2, COM3 e COM4. Se o seu modem é externo, a porta serial é onde está ligado o modem pelo cabo RS-232. Se o modem for interno, normalmente existe a opção de configurar em qual porta serial se deseja o modem por meio de JUMPERS, que são pequenas pontes de ligações que podem ser ligadas ou desligadas. Embora se tenha quatro portas de comunicação à disposição, existem algumas considerações a se fazer quanto à correta configuração: Cada porta COM possui uma chamada de interrupção que ela usará para informar ao micro que está precisando de
atenção. Essas interrupções são chamados de IRQ, e são numerados de 0 a 15. Para as portas seriais, existem dois IRQs: porta IRQ ------------- COM1 IRQ4 COM2 IRQ3 COM3 IRQ4 COM4 IRQ3
Assim sendo, não é recomendado ter dois periféricos em duas portas com IRQs iguais, ou seja, ao mesmo tempo na COM1 e COM3 ou na COM2 e COM4. Se o modem for INTERNO e se puder configurar à gosto a porta serial a usar, devem ser seguidos algumas recomendações: COM1: Use essa porta se seu micro não tiver uma conexão serial já como COM1 (o que não é provável). É comum de se ter um mouse instalado na COM1. COM2: Se seu micro estiver equipado com somente uma porta serial na COM1, e se você não já está usando a COM2 para outro equipamento, use essa porta (é a configuração mais comum e os modems normalmente vêm com a COM2 por default). COM3 ou COM4: Somente em casos especiais, normalmente não é o caso. Além de poder configurar a porta serial, os modems internos também permitem configurar o IRQ a ser usado, sendo que assim você pode contornar o problema dos IRQs exposto acima. Cuidado ao configurar um modem interno quando já houver uma placa I/O (entrada e saída) interna no seu micro.
Normalmente é uma placa de multi-uso, oferecendo saidas seriais, paralelas (para impressoras) e para joystick.
Essas placas normalmente podem ser configuradas por meio de jumpers para oferecer determinadas combinações de portas seriais, como por exemplo COM1 e COM2. Quando o modem interno for instalado, deve se tomar cuidado para não se instalar ele numa porta serial já ocupada pela placa de I/O. Use o programa MSD que vem com o MS-DOS e o MSWindows
e veja o item
O que são terminais de comunicação?
Quando é efetuada uma conexão com um BBS, este normalmente começa enviando caracteres para seu modem, que são apresentados na tela. Ele poderia enviar simples caracteres texto que o seu programa de comunicação iria apresentando, mas convenhamos, uma apresentação só de texto não é muito atraente. Para isso surgiram diversos tipos de terminais de comunicação que serviriam para interpretar o que chega pelo
modem de uma outra forma, apresentando o que chega de maneira diferente da de só texto.
- Como funciona o terminal ANSI? A forma mais popular que surgiu foi o padrão ANSI de cores e movimentação de cursor, também usado em outras áreas no computador. Neste padrão o que acontece é simplesmente que o que é enviado por um modem é interpretado
como texto normal, com uma exceção: Quando chegar a combinação de caracteres “
- Que outros terminais existem? Existem mais alguns tipos de terminais que podem ser usados ao invés do ANSI. Os mais comuns além dele são o AVATAR e o VT-100.
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Usando o Winzip
O que são archives?
Archives é o termo em inglês utilizado para designar arquivos que contêm outros arquivos. Na maioria das vezes os arquivos contidos em um archive estão na forma comprimida.
Os arquivos com extensão .zip são o tipo mais comum archives utilizado para comprimir e agrupara arquivos em microcomputadores.
Os archives oferecem dois grandes benefícios para transferência de arquivos:
· Apenas uma única operação de transferência, "download", é necessário para se obter todos os arquivos necessários, como por exemplo, para instalação de um aplicativo;
· Os arquivos estão na forma comprimida, o que torna a transferência mais rápida.
· Barra Menus - oferece todas as opções disponíveis para se trabalhar
com os arquivos.
· Barra de Tarefas - composta por ícones que possibilitam ao usuário efetuar a
maior parte das operações sem utilizar os menus
· Área principal da Janela - exibe informações sobre todos os arquivos que estão
contidos no archive.
selecionados, bem como outras informações a respeito do archive.

Extraindo arquivos

Por conveniência vamos utilizar apenas arquivos com extensão.zip como archives.
· Abra o arquivo .zip. Isso pode ser feito clicando-se 2 vezes sobre o arquivo
pelo Explorer, ou clicando na ícone “Open” da Barra de Tarefas.
· Selecione os arquivos que você deseja extrair.
diretório para onde os arquivos serão extraídos e clique no botão Extract.
· O processo de extração dos arquivos termina quando a ícone vermelha da
Barra de Status se apaga e a ícone verde se acende. Esse processo é
normalmente rápido, de forma que na maioria das vezes os usuários mal vêem
a ícone vermelha se acender e apagar.
· Feche o Winzip.
Compactando arquivos
· Clique na ícone “New” da Barra de Tarefas. Navegue até o diretório em que
se deseja criar o arquivo .zip. Digite o nome do arquivo .zip que se deseja criar
(Ex: doc.zip) e clique no botão “OK”.
· Uma nova janela irá aparecer na tela, conforme a figura baixo:

· A compactação dos arquivos termina quando a ícone vermelha da Barra de Status se apaga e a ícone verde se acende.
· Feche o winzip.
Visualizando arquivos
É possivel visualizar arquivos dentro do arquivo .zip. Basta selecionar o arquivo e teclar na ícone “View”. Aparecerá uma janela para escolha do visualizador:

No caso acima, foi escolhido como visualizador o Word.
Decodificando arquivos UUencoded
A Internet não foi projetada para transportar arquivos binários (programas e outros arquivos não-texto). Para resolver essa limitação, UUencoding e outros métodos de codificação foram criados.
O UUencoding converte arquivos binários em caracteres texto que o sistema de email é capaz de transportar. A pessoal que recebe a mensagem deve então decodifica-la para recriar o arquivo original.
Para decodificar o arquivo:
· Salve o conteúdo da mensagem em um arquivo texto com extensão .uue.
· Abra o arquivo que acabou de ser criado pelo Winzip como se fosse abrir um arquivo .zip. Na área de trabalho principal aparecerá o nome do arquivo
codificado.
· Extraia este arquivo para o diretório de sua preferência.
· Feche o Winzip.
Nota: Matéria para o Winzip 4 , para outras versões os procedimentos podem não ser iguais....
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Roberto Vieira
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15:54
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Internet Conectada na Inicialização
Nem todo mundo que tem internet ADSL está habituado com a conexão automática, porem esse é uma recurso muito interessante e que quase todo mundo deseja. Se você esta entre esses siga o tutorial abaixo e saiba como fazer sua internet conectar no logon.
1. Crie uma conexão como você cria sempre, pedindo para que o Windows crie um atalho na área de trabalho.
2. Abra suas opções clicando no menu iniciar->Conectar-se->Mostrar todas as conexões se clique sobre a conexão criada anteriormente com o botão DIREITO do mouse e clique em Propriedades.
3. Na aba Geral Desmarque lá no final Mostrar ícone na área de notificação quando conectado.
4. Na aba Opções desmarque: exibir processos ao se conectar, solicitar nome e senha, certificado, incluir domínio de logon do Windows.
Confirme se todas as alterações estão corretas e então siga esses passos:
5. Dê OK.
6. Abra Iniciar->Executar e digite: %AllUsersProfile%Menu IniciarProgramasInicializar.
7. Na pasta que for aberta, copie o e cole o atalho da conexão que está em sua área de trabalho.
Reinicie e ao clicar em sua conta você estará conectado, para testar abra seu navegador.
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Gravando CD com o XP
Grave CD’s usando os recursos do Windows XP
Enviando os arquivos para área de armazenamento
O primeiro passo em nossa tarefa é enviar o(s) arquivo(s) escolhido(s) para a área de armazenamento. Sem fazer isso não é possível gravar o CD usando o sistema operacional, siga os passos, é bem simples.
1. Abra o explorer,você pode fazer isso de duas formas: clicando no atalho do Windows Explorer ou pela tecla de atalho, Win+E.
2. Na tela que abrir vá até a pasta onde estão localizados seus arquivos e clique com o botão direito do mouse sobre eles. Irá abrir um mini-menu, vá até a opção Enviar para », quando abrir a caixa deslizante clique na opção Unidade de CD-RW.

3. Após selecionar essa opção, o sistema copia seus arquivos para a unidade de CD e em seguida exibe uma notificação em forma de pop-up informando que você tem aquivos para serem gravador em um CD.
4. Se você quiser visualizar os arquivos antes de começar a gravar o CD (Recomendo), vá até a área de trabalho (Desktop) e dê clique duplo no Meu Computador. Vá até seu drive de CD ou DVD e novamente com clique duplo abra-o, alí está seu arquivo.

Verifique sempre seus arquivos
1. Não se esquece, sempre verifique seus arquivos para não ocupar um CD com dados “fantasmas”.
2. Faça o seguinte: Siga a dica nº 4 do tópico anterior, selecione seus arquivos e dê um clique sobre eles com o botão direito do mouse, vá até propriedades e novamente dê um clique.

3. Abriu-se uma caixa de diálogo chamada propriedades, examine seus arquivos com muita precisão, os principais dados estão na guia Geral.
4. Se tudo estiver ok pode prosseguir com tranquilidade!
Gravando os arquivos no CD
Quando tudo estiver pronto, na tela onde estão seus arquivos você irá encontrar um link chamado Gravar Estes Arquivos no CD, então irá abrir uma janela “Assistente de Gravação em CD”.
1. Existe um campo onde você pode alterar o nome do seu CD, por padrão este campo se preenche com a data, ex.: 14 out 2007. Mas se você está gravando um arquivo de fotos, é mais interessante designar o assunto, pode ser família, amigos e etc.
2. Logo abaixo existe uma opção que fecha automaticamente o assitente ao término da gravação, é irrelevante, é escolha sua deixá-lo ou não ativado. Clique em avançar.

3. Quando o assistente termianr de gravar o CD, ele exibirá a tlea Concluindo o Assintente de Gravação em CD e ejetará o CD.
4. Se você deseja criar outro CD contendo os mesmos arquivos, marque a caixa de seleção Gravar Estes Arquivos em Outro CD. Clique no botão Concluir.
O assistente será fechado e exclui os arquivos da área de armazenamento, a não ser que você tenha marcado a caixa de seleção Gravar Estes Arquivos em Outro CD.
Autor: Flávio Ricardo
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02:16
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Mude o nome de seu PC
Mude o nome de seu PC
Muita gente costuma comprar seu computador em lojas de eletrodomésticos ou de informática. Ou até mesmo existem aqueles que compram um PC usado, aí percebem que o computador está com o nome da loja ou do antigo dono e se perguntam: “Como posso mudar o nome do meu PC?”
Saiba que é possível fazer isso modificando os dados de seu sistema operacional sem reinstalar tudo de novo através do Editor de Registro. Confira cada um dos passos:
1. Acesse o menu Iniciar e clique em Executar, ou se preferir use o atalho Win+R.
2. Digite “regedit” (sem as aspas) e clique em OK.

3. Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE / SOFT / Microsoft / Windows NT / CurrentVersion.
4. Dê um duplo clique sobre os itens RegisteredOrganization e RegisteredOwner (ou clique com o botão direito do mouse e escolha Modificar) e prossiga com as alterações.

5. Altere o nome da máquina e do dono (no caso você). Feche o Editor de Registro e reinicie o computador.
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02:05
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Controlar o tamanho das miniaturas
Aumente o tamanho das miniaturas
Se você quiser controlar o tamanho das figurinhas exibidas nas pastas do Windows, quando você escolhe o modo “Miniaturas”, basta fazer o seguinte:
1. Acesse o menu Iniciar e clique em Executar, ou se preferir use o atalho Win+R.
2. Digite “regedit” (sem as aspas) e clique em OK.
3. Navegue até a chave HKEY_CURRENT_USER / Software / Microsoft / Windows / CurrentVersion / Explorer.
4. Dê um duplo clique sobre o item ThumbailSize e atribua a ele um valor entre 25 e 256.
5. Se esse item não existir, é só você criá-lo: Cique com o botão direito do mouse na área da direita e escolha Novo > Valor DWORD e renomeie-o como ThumbailSize. Feito isso, proceda como explicado (item 4).
Fonte do Artigo: Brasil Informática
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01:58
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Formatos de DVDs graváveis
Entenda os formatos de DVDs graváveis

Se você finalmente decidiu equipar o seu computador com um gravador de DVD, saiba que a próxima tarefa é entender a sopa de letrinhas que representam os formatos de mídias graváveis disponíveis nas lojas - muito similar aos dos CDs. Um simples sinal de "+" ou de "-" pode significar que o gravador ou o aparelho de DVD que você tem não é compatível com os discos comprados.
Isso ocorre porque o grupo de empresas que forma o DVD Fórum segue o padrão DVD-R(W). Já uma entidade chamada DVD+RW Alliance segue o padrão sugerido por seu nome. A maioria dos novos gravadores e reprodutores de DVDs facilitam a vida do usuário ao oferecer compatibilida com os formatos mais comuns. De qualquer maneira, convém dar uma olhada nas características dos tipos de mídias abaixo:
DVD-R e DVD+R
São praticamente o mesmo tipo de mídia. Tanto o DVD-R como o DVD+R podem ser gravados somente uma vez, e têm capacidade para armazenar 4,7 Gb. A diferença é que o DVD+R é lido mais rapidamente. A vantagem é imperceptível na hora de assistir um filme, por exemplo, mas aparece na hora de gravar ou copiar discos de dados inteiros.
O que pode complicar a vida do usuário é que um DVD-R só pode ser gravado com um gravador DVD-R. E um DVD+R, apenas com um gravador DVD+R. Então, se o seu modelo é mais velho, é necessário conferir com qual mídia ele é compatível antes de ir às compras. Os gravadores lançados mais recentemente são compatíveis com DVD-R e DVD+R. Ou seja, são DVD±R.
DVD-RW e DVD+RW
São os DVDs que podem ser gravados mais de uma vez. Isso não significa que o usuário pode ir adicionando arquivos aos poucos. Depois que a mídia é gravada, ela deve ser formatada antes de receber a nova leva de dados. Ou seja, as informações anteriores serão perdidas. Os aparelhos de DVD mais antigos podem não reconhecer este tipo de mídia.
A diferença entre DVD-RW e DVD+RW é a mesma, ou seja, uma maior rapidez do segundo formato na gravação e na transferência de grandes volumes de dados - claro que a velocidade do gravador/reprodutor de DVD também influencia. Então, leve em conta somente a compatibilidade dos seus aparelhos. Os mais modernos reconhecem o "padrão" DVD±RW.
DVD-RAM
O DVD-RAM é bastante similar ao DVD-RW, principalmente no que se refere à possibilidade de ser gravado mais de uma vez. Uma das diferenças é justamente o número de vezes: aproximadamente 100 mil, contra cerca de mil do DVD-RW. O DVD-RAM também está disponível em quatro capacidades: 2,6 GB, 4,7 GB, 5,2 GB e 9,4 GB.
Destinado a um segmento mais profissional, esta mídia não é compatível com unidades de DVD-ROM e com aparelhos de DVD. Ou seja, você pode utilizá-lo somente com gravadores e reprodutores próprios para o DVD-RAM. Como se não bastasse, um dos tipos vem protegido em uma espécie de caixa, e não pode ser removido.
DVD+RDL
Para complicar ainda mais a sopa de letrinhas, o formato DVD+RDL deve ganhar popularidade nos próximos anos - ou meses. O motivo é justamente a sua capacidade: 9,4 GB a 17 GB. Isso porque os dados são gravados em dupla camada (Dual Layer). Gravadores e reprodutores de DVD+RDL são caros e difíceis de serem encontrados, mas isso deve mudar com o tempo.
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Windows XP mais rápido
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Tecla Windows
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